Para empresas

Seguro Aeronáutico e Náutico

Se o avião, o helicóptero ou a embarcação da sua empresa sofrer um acidente, o seguro aeronáutico e náutico paga o reparo ou o valor do bem e as indenizações de quem foi atingido.

Comprou com financiamento ou leasing? O banco entra na apólice, e um corretor da Safe Lives monta a proteção pelo uso real da sua operação.

Safe Lives Corretora de Seguros — SUSEP (Superintendência de Seguros Privados) nº 242154366 · Atualizado em

Lancha de passeio com o casco rasgado na linha d'água, perto das pedras de uma ilha, presa pelo cabo de reboque a um barco de apoio em que uma marinheira de colete laranja segura o cabo.

Em resumo

Avião ou helicóptero avariado
o reparo ou o valor da aeronave, pago.
Passageiros, tripulantes e quem está no solo
indenizados pelo RETA (Responsabilidade do Explorador ou Transportador Aéreo) e por uma camada acima dele.
Embarcação encalhada, afundada ou em chamas
conserto, resgate ou valor, pagos.
Embarcação roubada
indenizada.
Outra embarcação, o cais e as pessoas atingidas
indenização paga.
Na marina, no estaleiro ou na estrada
a embarcação continua protegida.
Avião ou barco financiado
na perda total, a indenização vai ao banco que financiou.
Depois do pior
busca da aeronave e remoção dos destroços, pagas.

Faça a cotação do seguro do avião ou do barco da sua empresa.

RETA e DPEM são o começo: o que o seguro aeronáutico e náutico acrescenta

O seguro obrigatório indeniza as vítimas; o seguro completo protege também o avião, o barco e o caixa da empresa.

  • No avião. O RETA é exigido por lei de quem opera aeronave no Brasil e indeniza as vítimas do voo. O próprio avião fica com o seguro de casco, e a condenação maior que o limite do RETA, com uma camada de responsabilidade acima dele.

  • Na embarcação. O DPEM (Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por sua Carga) paga valores fixos às vítimas. O seguro náutico protege a própria embarcação e indeniza terceiros nos limites escolhidos.

Avião, helicóptero ou barco na sua empresa? Peça a cotação do seguro certo para cada um.

Seguro aeronáutico: o avião ou o helicóptero de volta ao ar

Em voo, no pouso ou no hangar, o dano à aeronave da sua empresa é pago.

Avião de treinamento com a asa coberta de amassados de granizo, pedras de gelo espalhadas no pátio molhado e uma inspetora numa escada marcando os amassados com fitas laranja.
  • Socorro à aeronave acidentada, pago.

    O socorro à aeronave depois do acidente é pago, e o dano por vendaval forte pode entrar na apólice.

  • Pássaro ou pedra no motor, pago.

    O motor a jato ou turbo-hélice danificado por um objeto sugado em operação pode ser pago pelo seguro.

  • Pouso forçado ou avião desaparecido.

    A apólice pode pagar a remoção do avião, a busca e o resgate, e valer também na pista de terra da fazenda.

  • Avião em reparo, outra aeronave no lugar.

    Durante o conserto, o aluguel de outra aeronave pode ser reembolsado.

  • Avião que voa pouco paga pelo uso real.

    A cobertura pode valer só no solo, e o avião parado por um período pode ter parte do prêmio devolvida.

  • Motores e peças de reserva protegidos.

    Motores e peças sobressalentes danificados, guardados ou em transporte, podem ser pagos.

Avião executivo, agrícola ou de táxi aéreo: faça a cotação do seguro aeronáutico.

RETA e responsabilidade civil: quem o voo atingir, indenizado

Quando um voo da empresa atinge alguém, a indenização sai da apólice, e não do caixa.

  • RETA em dia, vítimas indenizadas. Passageiros, tripulantes, pessoas e bens no solo e outra aeronave atingida são indenizados, como a lei exige para voar no Brasil.

  • Condenação maior que o RETA, paga. Uma camada de responsabilidade acima do limite do RETA protege a empresa quando a indenização passa do valor obrigatório.

  • Feridos atendidos, despesas pagas. O atendimento médico de quem se feriu no acidente pode ser pago, e a morte ou a invalidez de quem estava a bordo pode gerar uma indenização de valor fixo.

  • Piloto e tripulação protegidos. Os danos que o piloto causar ao voar podem ser pagos como se fossem da própria empresa, e o dano sofrido pela tripulação pode entrar na responsabilidade civil da apólice.

  • Processo do passageiro: advogado pago. Se a empresa for processada por um dano coberto, os gastos com a defesa podem ser pagos pela seguradora.

  • Atraso de voo e carga do cliente, indenizados. A reclamação do passageiro pelo atraso do embarque e a carga que o táxi aéreo leva para clientes podem ser indenizadas.

Quanto de responsabilidade a sua operação aérea precisa? Fale com um corretor.

Seguro náutico: a embarcação protegida na água e fora dela

Encalhe, colisão, naufrágio, incêndio ou tempestade: a embarcação da sua empresa é consertada ou indenizada.

Escuna de turismo atracada junto a um píer de madeira quebrado, com tábuas partidas e uma estaca caída na água, o costado lascado e raspado no ponto da batida e dois carpinteiros refazendo o píer.
  • Lancha e barco de trabalho, com a mesma corretora. O barco dos passeios e o de transporte ou de pesca têm, cada um, o seu seguro, cotados pela Safe Lives.

  • Motor que quebra de repente, danos pagos. Na embarcação comercial, há apólices que pagam os danos causados pela pane súbita do motor, da caldeira ou do eixo.

  • Embarcação em perigo, resgate pago. As despesas do salvamento são pagas, e o que a empresa gasta para conter o dano pode ser reembolsado.

  • Embarcação roubada, indenizada. O roubo da embarcação é pago, e a apólice pode incluir o roubo de equipamentos e acessórios.

  • Fora da água, a embarcação segue protegida. A cobertura continua no dique, na rampa, na marina e no iate clube, e pode seguir no transporte por estrada.

  • Depois do naufrágio, destroços removidos. A remoção determinada pela Capitania dos Portos é paga, e, na perda total, um valor a mais para as despesas extras pode ser pago.

Peça a proposta do seguro náutico para a embarcação da sua empresa.

Quem a embarcação atingir: outro barco, o cais e as pessoas

Se a embarcação bater em outro barco ou no cais, ou ferir alguém, a indenização é paga pela apólice.

  • Colisão com outra embarcação, paga. O dano causado ao outro barco na colisão é indenizado pela responsabilidade civil da apólice.

  • Pessoas atingidas pelo barco, indenizadas. A morte ou a lesão de terceiros e de tripulantes causada pela embarcação é indenizada.

  • Cais, píer e boia refeitos. O dano a uma estrutura fixa ou flutuante de outro dono, como o píer da marina, é pago.

  • Óleo derramado: a responsabilidade paga. Há apólices que pagam a responsabilidade pela poluição causada pelo barco.

  • Processo por acidente com o barco: defesa paga. Se a empresa for processada por um acidente com a embarcação, advogado e custas podem ser pagos.

Na regata, no charter e além da costa

A apólice pode seguir a embarcação aonde ela vai.

  • Regata a vela: a embarcação pode seguir coberta na competição.
  • Torneio de pesca: o acidente na competição de pesca pode já estar coberto.
  • Aluguel ou charter: o barco alugado a terceiros pode continuar protegido.
  • Rio, lago e represa: quem só navega em água doce pode ter uma cobertura própria, com prêmio menor.
  • Viagem além da costa: a área de navegação pode ser ampliada para outros países.

Lancha, iate ou barco de pesca: solicite a cotação do seguro náutico.

Avião ou embarcação financiados: o banco na apólice

Na compra do avião ou do barco, a apólice pode acompanhar o contrato: do voo de entrega ao valor combinado.

  • Banco na apólice. Na perda total do avião ou do barco financiado, a indenização é paga ao banco ou à empresa de leasing que financiou.

  • Valor do avião combinado antes. Com o valor acordado, a empresa sabe de antemão quanto recebe na perda total da aeronave.

  • Voo de entrega já protegido. O dano ao avião recém-comprado, no traslado até a base da empresa, pode ser pago.

Como a Safe Lives trabalha no seguro aeronáutico e náutico

  1. O bem e o uso, antes da proposta. Um corretor levanta o bem, o uso, a área de voo ou de navegação e quem pilota, para a proposta sair certa para a operação.

  2. Apólice montada pelo uso real. O corretor ajusta o casco (completo, só no solo ou só na perda total) e o limite ao valor do bem, e compara as propostas das seguradoras.

  3. Ao lado da empresa no sinistro. Se o avião ou a embarcação sofrer um acidente, a Safe Lives acompanha o pedido de indenização com a seguradora, e a empresa não cuida disso sozinha.

Vai comprar um avião ou um barco? Comece pela cotação do seguro com a Safe Lives.

Seguradoras do seguro aeronáutico e náutico

Para o avião e a embarcação da sua empresa, a Safe Lives trabalha com as melhores seguradoras desses ramos. Alguns exemplos:

Seguro aeronáutico

  • Mapfre — o avião e o RETA na mesma seguradora.

    O avião que fica parado por um período pode ter parte do prêmio devolvida.

  • Allianz — RETA com a defesa da empresa.

    A cobertura de gastos com defesa paga o advogado nas reclamações cobertas pelo RETA.

  • Tokio Marine — RETA também para drone.

    A empresa que usa drone no trabalho pode contratar o seguro de danos a terceiros exigido pela ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil).

Seguro náutico

  • Allianz — o gasto para conter o dano, reembolsado.

    Se a empresa agir para evitar que o dano aumente, o que gastar é reembolsado, sem diminuir o valor que a apólice cobre.

  • Mapfre — lazer e embarcação comercial.

    O barco de lazer alugado a terceiros pode seguir coberto, e a apólice da embarcação comercial pode incluir a responsabilidade do armador.

  • Chubb — lancha, iate, veleiro e catamarã.

    Na perda total do barco de lazer, a apólice pode pagar as taxas e o licenciamento da nova embarcação.

Um corretor mostra, ramo a ramo, o que cada seguradora oferece para o seu avião ou barco.

Perguntas frequentes

O seguro RETA é obrigatório?

Sim. A lei exige o RETA de quem opera aeronave no Brasil, e ele indeniza passageiros, tripulantes, pessoas e bens no solo e outras aeronaves atingidas.

O próprio avião é protegido pelo seguro aeronáutico de casco, que a empresa contrata junto com o RETA.

O seguro aeronáutico cobre drones?

Sim, para o drone usado no trabalho. Em regra, a ANAC exige seguro de danos a terceiros do drone com mais de 250 gramas fora do lazer.

Há seguradoras que oferecem o RETA para drones de uso comercial, e um corretor cota esse seguro para a sua operação.

O DPEM é o mesmo que o seguro náutico?

Não. O DPEM é o seguro obrigatório da embarcação e paga valores fixos às pessoas atingidas.

O seguro náutico, também chamado de seguro de embarcação, protege o próprio barco e paga as indenizações de quem a embarcação atingir, nos limites que a empresa escolhe.

O seguro náutico atende embarcação comercial ou só de lazer?

Atende os dois. Há seguros para lancha, iate e veleiro de lazer e apólices próprias para a embarcação de trabalho, como a de transporte ou de pesca, com a responsabilidade do armador.

Quais seguradoras fazem seguro aeronáutico e náutico?

No seguro aeronáutico, a Safe Lives trabalha com seguradoras como Mapfre, Allianz e Tokio Marine, as duas últimas no RETA; no náutico, como Allianz, Mapfre e Chubb. Um corretor compara as propostas e mostra as diferenças para o avião ou o barco da sua empresa.

O que define o valor do seguro aeronáutico e náutico?

O valor do bem, o uso, a área de voo ou de navegação, a experiência de quem pilota e as coberturas escolhidas estão entre os pontos que contam na análise da seguradora.

Coberturas adicionais, como a dos motores de reserva ou a do transporte do barco por estrada, também pesam no valor.

O que significam as siglas usadas nesta página?

SUSEP é a Superintendência de Seguros Privados, o órgão do governo federal que fiscaliza as seguradoras e as corretoras; a Safe Lives é registrada nela sob o nº 242154366. RETA é a Responsabilidade do Explorador ou Transportador Aéreo, o seguro que a lei exige de quem opera aeronave no Brasil: ele indeniza passageiros, tripulantes e pessoas atingidas no solo. DPEM é o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Embarcações ou por sua Carga: paga valores fixos às pessoas atingidas, e o seguro náutico protege a própria embarcação. ANAC é a Agência Nacional de Aviação Civil: em regra, ela exige seguro de danos a terceiros do drone com mais de 250 gramas usado fora do lazer.

Proteja o avião e a embarcação da sua empresa com o seguro aeronáutico e náutico da Safe Lives.

Solicite a cotação ou fale com um corretor da Safe Lives.

Safe Lives Corretora de Seguros — SUSEP nº 242154366 · CNPJ 53.731.489/0001-38 · Rua Pais Leme, 524, Pinheiros, São Paulo (SP)

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